Enquanto todos se acotovelavam impacientemente para ver o "Black Swan", eu fui ver "Here After - Outra Vida", de Clint Eastwood e gostei. Se bem que sou um pouco (muito) céptica relativamente ao assunto tratado e da forma que especialmente é tratado no filme, não deixou de ser um filme emotivamente intenso. A diversidade das personagens que se entrecruzam ao longo deste argumento faz-nos identificar com algumas vivências e rever-nos minimamente em algumas das experiências por elas vivenciadas. Uma boa prestação de Matt Damon que, apesar de já apresentar sinais dos tempos, não vê, em nada, a sua capacidade interpretativa prejudicada. Um filme que nos leva, não só a pensar na morte, mas a repensar nas nossas posturas perante a vida. Fica a sugestão...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Urgentemente
O conformismo em que vivemos de pseudo-verdades atadas ao jogo das aparências; de quem tem melhor é o melhor; de quem se apresenta melhor, melhor é, ocupou-nos lugar no nosso pensamento e levou-nos a uma estupidificação massiva… deixamos de reflectir para vivermos em busca dos nossos objectivos materiais e para tal, passamos por cima seja de quem for… valores como a amizade desvanecem-se… todos deixam de ser gente, humanos que restam são poucos e precisam de amigos… urgentemente…
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Nem tudo vale a pena, mesmo quando a alma não é pequena
Quando a corrente nos quer travar e as nossas forças, lutam contra a maré... Quando as nossas vozes, em uníssono, reivindicam os nossos sonhos... Quando os punhos se unem na adversidade... Quando as mãos se entrelaçam perante o medo, quando os olhares se unem em sinal de anuimento... tudo enfim parece possível.
Quando remo sozinha contra esse mar revolto, quando grito só, quando marcho só, quando luto só e quando olho e apenas contemplo o imenso vazio... Baixo os braços, nada parece digno do meu imenso cansaço, nem o amor que partilhamos.
Quando remo sozinha contra esse mar revolto, quando grito só, quando marcho só, quando luto só e quando olho e apenas contemplo o imenso vazio... Baixo os braços, nada parece digno do meu imenso cansaço, nem o amor que partilhamos.

At Dead's End by ~kylewright
Fonte: http://browse.deviantart.com/?qh=§ion=&global=1&q=dead+end#/d1hhrj3
Fonte: http://browse.deviantart.com/?qh=§ion=&global=1&q=dead+end#/d1hhrj3
domingo, 23 de janeiro de 2011
OST of the first day of our lifes
Porque gosto desta música, porque o P. gosta por eu gostar (: e porque fala de amor, é o ideal para encabeçar a banda sonora do primeiro dia das nossas vidas...
:)
:)
domingo, 12 de dezembro de 2010
Mais uma sugestão...
Hoje, depois de meses de pura abstenção da diversão que julgo, na minha idade, ser não só útil, mas também saudável, fui ao cinema... Pipocas, a doce da coca-cola e companhia muito agradável e o filme "Due Date". Uma comédia no mínimo, hilariante, risos consecutivos e uma série de factos desastrosos, associados a muito boas performances de Robert Downey Jr. e Zach Galifianakis. O filme "The Hangover", do mesmo realizador, já tinha feito as minhas delícias e este não ficou atrás, porque, para além dos momentos jocosos, trespassa ainda uma mensagem relativamente às relações humanas e à amizade baseada na tolerância (ao máximo). Num momento em que a crise afecta, não só, as nossas carteiras, como o nosso humanismo, vale a pena sorrir e pensar com este filme, aconselho vivamente.
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Jogo do tempo
É sempre assim: os bons momentos desvanecem-se em razões de segundos. Não sei se será por estarmos tão ocupados com a nossa felicidade e paz interior, que o tempo nos engana como um engodo do destino e torna aqueles momentos tão efémeros. Os sorrisos quase invisíveis, as palavras voláteis e os nossos sentimentos fugazes, não porque os tenhamos descurado em algum momento, mas porque empenhamos muita da nossa força em vivencia-los da melhor forma... E assim, quando somos ludibriados pela ampulheta, sabemos que outrora já fomos felizes.
Por um mês e meio, ainda que curto, nenhuma das horas foram contadas minuciosamente e os momentos avulsos repetem-se agora na minha mente.. .o tempo enganou-me, certo é, foi fugaz a experiência, mas permanece imutável na minha recordação. Obrigada a todos e as felicidades que me desejaram, desejo em dobro para cada um de vós, principalmente para os meninos da UAEM.
Por um mês e meio, ainda que curto, nenhuma das horas foram contadas minuciosamente e os momentos avulsos repetem-se agora na minha mente.. .o tempo enganou-me, certo é, foi fugaz a experiência, mas permanece imutável na minha recordação. Obrigada a todos e as felicidades que me desejaram, desejo em dobro para cada um de vós, principalmente para os meninos da UAEM.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
...
Quantos de nós sentimos a voz de um Deus menor ecoar nos nossos pensamentos
Quantos de nós não vemos o sangue esvair das nossas veias
Quantos de nós não sentimos o coração pulsar no relevo do peito e nas artérias jusantes
Quantos de nós não sentimos já a vida por um fio...?
Quantos de nós não vemos o sangue esvair das nossas veias
Quantos de nós não sentimos o coração pulsar no relevo do peito e nas artérias jusantes
Quantos de nós não sentimos já a vida por um fio...?
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