sábado, 21 de maio de 2011

O coração não é tão simples quanto pensa

Sábado, dia de limpezas... decidi arrumar o coração!

Guardo, religiosamente, todo o tipo de canquilharia sentimentalista que possam pensar: emoções, recordações, pessoas inteiras e pessoas aos bocadinhos, pensamentos, nostalgias, carinhos espalhados às migalhas e pó de raiva sobre as superfícies mais lisas do que guardo e aqui permanece. Apanho tudo, arrumo, sem deitar nada fora, o saco que trago comigo, permanece vazio, porque cabe tudo, se bem arrumado, cabe tudo o que aqui guardo e muito de que ainda me será entregue pelo correio desta alma de gente que inevitavelmente sente.

Porque de facto o coração não é tão simples quanto se pensa, porque provavelmente guardamos lá todo o tipo de canquilharia: sentimentos, emoções, recordações e gente que passa, nada melhor que começar o fim-de-semana com uma música que apela à dimensão inqualificável do nosso amor... Fica um apelo para que, neste fim-de-semana, que ainda agora começa, quantifiquemos o que já cabe no nosso coração e para que é que ainda reservamos espaço... Bom fim-de-semana!!!


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Do the math

Costumavam-me dizer: escreves muito bem, mas dá ideia que só escreves bem quando estás na m****

... do the math:)

domingo, 1 de maio de 2011

...

Se ao menos as nossas diferenças não nos separassem tanto... seríamos eternos amigos e companheiros de viagem...
Talvez nos voltemos a encontrar quando o teu timoneiro perder a voz e tornes ao que primeiramente nos aproximou...

Um estranho desapego

Trazes um estranho desapego contigo...
Às vida que te movem
Aos laços que deslaças
Aos braços que te tomam
Às mãos que te fogem

Trazes contigo um grande desapego
Aos que te rodeiam
Aos que que te contemplam
Aos que te odeiam
e aos que te desprezam

Trazes contigo indiferença desumana
Às almas que te afagam
Às casas que te recebem
Às amizades inexplicáveis
Que te preferem tu próprio ao humano que, todos os dia enterras

Trazes um desapego que me agora me toma
Às minhas palavras
Às minhas conquistas
A cura que te tenho e que de nada mais resulta
Senão de um apego que me tumultua

Mas que desapego trazes contigo...
Que te rouba, a cada passo
Um fiel ombro amigo...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Memórias

Na linha sincrónica que nos rege, cada dia que passa, no seu termo, torna-se passado. Acontecimentos efémeros e relevantes, passam em tão pouco espaço de tempo a memórias que esquecemos ou recordamos com maior ou menor ardor. Em tão pouco tempo e já são memórias... Ainda assim, obrigada a todos os que hoje e sempre as partilharão connosco... Vamos fazer um esforço por tentar mantê-las vivas...




quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Love Hurts

E esta poderia ser, também a banda sonora de muitas das nossas vidas...


Incubus - Love Hurts
Enviado por eusebiu. - Veja os últimos vídeos de música em destaque.

Tonight we drink to youth
And holding fast to truth
(I don't want to lose what I had as a boy.)
My heart still has a beat
But love is now a feat.
(As common as a cold day in LA.)
Sometimes when I'm alone, I wonder
Is there a spell that I am under
Keeping me from seeing the real thing?

Love hurts...
But sometimes it's a good hurt
And it feels like I'm alive.
Love sings,
When it transcends the bad things.
Have a heart and try me,
'cause without love I won't survive.

I'm fettered and abused,
I stand naked and accused
(Should I surface this one man submarine?)
I only want the truth
So tonight we drink to youth!
(I'll never lose what I had as a boy.)
Sometimes when I'm alone I wonder
Is there a spell that I am under
Keeping me from seeing the real thing?

Love hurts...
But sometimes it's a good hurt
And it feels like I'm alive.
Love sings,
When it transcends the bad things.
Have a heart and try me,
'cause without love I won't survive.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

E ainda...

... citando o nosso querido António Sala (e onde para o António Sala? Na Renascença?), ao fazer o post anterior, lembrei-me desta música... hihi